Struts é um Framework baseado para WEB e tem se tornado, de fato, padrão na comunidade J2EE. O Struts provê uma implementação do modelo MVC-2 para construções de aplicações WEB [DUDNEY e SONS, 2003].
O Framework Struts foi criado por Craig R. McClanahan e doado para a ASF ( Apache Software Fundation ) em 2000. Crayg esteve envolvido na especificação de uma grande parte da implementação do servlet container TOMCAT 4.
O nome Struts deve-se ao papel por ele desenvolvido nas aplicações WEB. Da mesma forma que a construção de uma casa, ponte, prédio necessitam de uma base mantenedora, os engenheiros de software usam o Struts para suportar cada camada de uma aplicação comercial.
A estrada para o sucesso das aplicações WEB é um caminho árduo, despdendo suor de pesquisadores e também do próprio desenvolvedor. Neste caso, como aplicação WEB, fica subentendido de que esta não é apenas uma aplicação trivial, composta por um formulário contendo dois ou três campos que são armazenados em um banco de dados; mas sim uma aplicação robusta que atravessa diversas camadas, utiliza diferentes tecnologias, cobertas por análise e utilização de design-patterns .
O projeto e desenvolvimento deste tipo de aplicação levam os desenvolvedores para o limite da lógica. Soluções mirabolantes são criadas para resolução de certos problemas. Algumas destas soluções funcionam, outras não.
A interface de usuãrio (UI - User Interface) no Smalltalk-80 foi projetada sobre o framework M VC (Model, View, Controller) . Com o passar do tempo este framework tem sido adaptado e utilizado em diversos cenários. O Framework Struts, criado por Craig R. McClanahan e doado para a Fundação Apache ( Apache Software Foundation ) em 2000, é uma implementação de código aberto do Modelo 2, bastante similar ao modelo MVC. Este artigo tratará das tecnologias envolvidas no Framework Struts, ja que este não é uma tecnologia específica, mas sim um conjunto de diversas tecnologias que tornam o seu aprendizado ainda mais desafiador. Estas tecnologias serão apresentadas no exemplo proposto no artigo.
Frameworks de Aplicação
Um framework de aplicação é uma aplicação reutilizável e semicompleta que pode ser especializada para produzir aplicações personalizadas [SPIELMANN, 2003]. As aplicações, de um modo geral são bastante semelhantes. Estas são executadas em um mesmo computador, esperam uma entrada de um dispositivo, produzem as mesmas exibições e gravam os dados no mesmo disco rígido.
Os desenvolvedores que trabalham em aplicações eletrônicas convencionais estão acostumados a kits de ferramentas e a ambientes de desenvolvimento que aproveitam a igualdade entre as aplicações [HUSTED et al]. Os frameworks da aplicação fornecem uma base comum reutilizável podendo servir como fundação para um produto específico.
Um Framework de aplicação deve possuir as seguintes características [CAVANNES, 2003]:
* Compreende múltiplas classes ou componentes, cada qual provê uma abstração de um conceito em particular;
* Define como estes conceitos trabalharão juntos para resolver um determinado problema;
* Componentes reutilizáveis;
* Permitem um alto nível de padronização.
O termo framework pode ter ainda outros conceitos, muitos consideram as classes e interfaces do SDK Java um framework, mas estes na verdade, fazem parte de uma biblioteca [CAVANNES, 2003].
Uma bibliteca de software contem funções ou rotinas que a aplicação pode invocar. Um Framework, provê componentes genéricos, que coperam entre si, de modo que o desenvolvedor possa extender para uma aplicação em particular. Os pontos onde o framework pode ser extendido são conhecidos como extension points [CAVANNES, 2003].
fonte:http://www.javafree.org
terça-feira, 29 de abril de 2008
Framework Struts - O que é
SAP reduz preço de manutenção
O valor da manutenção de software é como uma vaga sagrada para os fornecedores de software corporativo. O valor mensal pago pela manutenção e suporte de cada licença de software – geralmente de 20% a 25% do valor anual da licença – dá a empresas como SAP e Oracle uma boa parte de resultados anuais. Alguns analistas estimam que a receita recorrente advinda da manutenção responde por cerca de 50% das vendas de muitos fornecedores de aplicativos.
“A manutenção é a parte mais rentável dos negócios”, diz Ray Wang, analista do Forrester Research. “Isso porque lá pelo quarto ou quinto ano de contrato, ele representará de 60% a 80% da rentabilidade daquele contrato”. Para os que estão do outro lado do balcão, a realidade econômica pode trazer alguma dor de cabeça.
Tipicamente, as empresas compram software corporativo a cada dez anos. A uma taxa anual de 20% a 25% do preço de manutenção da licença, ao final de cinco anos o software foi comprado novamente – e isso somente para manter o aplicativo, diz Wang. “Em dez anos, você comprou o aplicativo duas vezes e há poucas pessoas que podem nos dizer que obtiveram valor, por duas vezes o valor do software, ao longo de dez anos”.
Apesar disso, os fornecedores de softwares corporativos continuam relutantes em alterar qualquer parte deste acordo, que vem sendo mantido há décadas. Em janeiro deste ano, a SAP, sem muito alarde, anunciou que a partir de fevereiro, estaria colocando em prática sua oferta de suporte básico – o Basic Support – para os novos clientes (taxa de 17%, o que é uma barganha para muitas empresas).
Com o novo modelo, os clientes da provedora contam com serviços como: resolução de problemas, gerenciamento de qualidade, padrões SAP para de sua suíte de aplicativos, assim como transferência de conhecimento e ampliação contínua. Além disso, os clientes teriam acesso ao SAP Solution Manager (uma plataforma de suporte) e ao SAP Service Marketplace (uma plataforma que integra clientes, a companhia e parceiros de serviços).
Por outro lado, os novos clientes da SAP agora têm que comprar seu plano de suporte corporativo, a uma taxa de 22%. De acordo com Andy Kandzie, porta-voz da SAP, este plano é “a próxima geração de oferta de suporte e provê processos de gerenciamento de aplicativos e de qualidade integrados para todas as soluções utilizadas pelo cliente”.
O plano oferece mais serviços aos clientes da empresa, como: um pool de consultores de suporte disponível 24x7; uma versão aprimorada da plataforma Solution Manager; e uma nova metodologia, chamada Run SAP, para padronização de processos corporativos em SOA.
Quando a SAP fez estas alterações em suas licenças, no entanto, não houve um anúncio formal ou público da companhia sobre elas. “Esta provavelmente não foi uma das coisas sobre as quais a SAP queria fazer barulho. Geralmente, quando você reduz preços, não quer falar sobre isso”, analisa Wang.
mais em:
http://www.channelworld.com.br/tecnologia/2008/04/11/sap-reduz-preco-de-manutencao-para-novos-clientes/
Solaris em notebook
Sun firma parceria para distribuir Solaris em notebook
Acordo com a Tecnoworld prevê distribuição OEM do sistema operacional Solaris 10 X86 em notebooks e também a suíte de escritório StarOffice 8.
Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD
A Sun Microsystems anunciou nesta quinta-feira (19/04) uma parceria com a fabricante Tecnoworld para a distribuição OEM do sistema operacional Solaris 10 X86 em notebooks.
O acordo também inclui a suíte de escritório StarOffice 8 e as máquinas começarão a ser comercializadas nas regiões Sul e Sudeste a partir de 1.900 reais, dependendo da configuração.
fonte:
http://www.channelworld.com.br/tecnologia/2007/04/19/idgnoticia.2007-04-19.3723574305/
Quebra de carro Street fighter - homenagem
A equipé MEGA 64 ansiosa pela estréia do "Street fighter IV", homenageou o game com a celebre fase bônus que os jogadores tinham que destruir um carro.
lembram ?
Veja o video desse "quebra quebra" abaixo
Google promete revolução na busca por imagens
Pesquisadores do Google afirmaram ter criado um software de busca por imagens que terá o mesmo impacto da ferramenta original da empresa, chamada PageRank, diz o “New York Times”. O Google, lembra a publicação, se consagrou ao levar para os usuários as informações classificadas por ordem de relevância.
Em uma conferência de tecnologia realizada em Pequim, na China, dois funcionários da empresa apresentaram o que eles chamam de VisualRank, um algoritmo que mistura software de reconhecimento de imagem com técnicas para medir a importância dessas figuras, além de relacioná-las com imagens parecidas.
Apesar de a busca por imagens já ser usada nas ferramentas de busca, os resultados que aparecem dependem principalmente do texto associado a elas. Apesar de décadas de esforço, diz o “NYT”, a análise de imagens continua sendo um problema não resolvido pela ciência da computação. Muito progresso foi feito para reconhecer rostos que aparecem em fotos, por exemplo, mas os programas continuam sendo incapazes de identificar montanhas ou objetos.
“Queremos incorporar tudo o que está acontecendo no campo de visão computacional ao ambiente da web”, afirmou Shumeet Baluja, pesquisador do Google, que fez a apresentação em Pequim com seu colega Yushi Jing.
O projeto da empresa é focado em um sistema de imagens que já foram catalogadas pela companhia – a empresa não informa quantas delas há em seu banco de dados. Com isso, diz o site de tecnologia “Register”, o algoritmo faz comparações e tenta “entender” tudo o que é exibido em uma foto. Em seguida, usando um procedimento baseado no PageRank, cada imagem considerada durante uma busca recebe um peso numérico para identificar sua importância em relação às outras.
Com esse mecanismo, exemplifica o “Register”, uma busca por imagens relacionadas à rede de lanchonetes McDonald’s poderia trazer fotos que mostram seu símbolo – a letra “m” em amarelo. A foto em que essa imagem aparece com grande destaque, no entanto, seria considerada mais relevante se comparada com aquelas em que o “m” só é um detalhe da paisagem.
Esse algoritmo ainda não está disponível para os usuários e os pesquisadores do Google não deram uma data de lançamento para a novidade.
fonte:G1
IBM compra InfoDyne
IBM compra empresa de softwares de dado de mercado
A International Business Machines (IBM) afirmou nesta terça-feira que comprou a InfoDyne, cujos softwares ajudam a oferecer dados aos mercados para transações financeiras eletrônicas.
Os termos da aquisição não foram revelados. A IBM afirmou que planeja integrar as capacidades de alimentação de dados da InfoDyne com seu pacote de softwares WebSphere.
iPhone 3G no brasil
SÃO PAULO - O chefe de mobilidade da AT&T indicou, nos Estados Unidos, que o iPhone 3G chega ao varejo em meses.
Ralph de La Veja afirmou que a operadora móvel americana terá todos os seus smartphones trabalhando em redes 3G dentro de alguns meses.
Então, Ralph foi questionado a respeito do telefone da Apple e repetiu a informação, ressaltando que todos os smartphones da AT&T vão operar em redes 3G dentro de alguns meses. Ralph, no entanto, não citou a palavra “iPhone”.
Há uma semana, o Bank of America fez análise prevendo que o telefone da Apple com 3G chegará ao varejo no mês de junho. A declaração de Ralph fez as ações da Apple subirem no mercado de ações.
fonte:http://info.abril.com.br
3G TIM BRASIL
TIM estréia 3G em seis capitais
Quarta-feira, 16 de abril de 2008 - 14h28
SÃO PAULO – A operadora TIM já está operando a 3G em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador.
Nas seis capitais, a 3G está operando na freqüência de 850 MHz. As redes 3G de São Paulo e Rio de Janeiro estão prontas para funcionar, afirma o presidente da TIM, Mário Cesar Pereira de Araújo. Porém, a empresa está aguardando a assinatura de contratos e liberação de licenças pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). “Nossa intenção era estrear as redes em 2,1 GHz simultaneamente às em 850 MHz, mas a Anatel adiou a assinatura dos contratos”, afirma Araújo.
Os clientes da TIM não precisarão trocar de chip ou de plano para utilizar o 3G. Será necessário apenas ter um celular compatível com a tecnologia 3G. Quem já utiliza o serviço TIM Web, para acessar a internet móvel utilizando um mini-modem, também não precisará fazer a troca do chip ou do modem, pois eles já estão preparados para funcionar em 3G. Todos os clientes do TIM Web passarão a navegar na velocidade de 1 Mbps, sem pagamento extra. A operadora passa a oferecer, além dos planos que já existem, planos de consumo ilimitado, com duas opções de velocidade: 1 Mbps (99,90 reais por mês) e 7 Mbps (159,90 mensais).
Em parceria, TIM e HP anunciaram um notebook que já vem com modem e chip da TIM embarcados, para acesso à banda larga móvel. O notebook 6910p, da HP,tem processador Core 2 Duo T8100, HD de 160 GB, 2 GB de memória RAM e DVD-RW. Irá navegar em 3G nas áreas onde a rede já estiver funcionando e em EDGE nas demais regiões. Deve chegar semana que vem às lojas, a 4.999 reais (preço sugerido pelo fabricante). Segundo Marcos Lopes, diretor de marketing da TIM, o notebook não estará bloqueado para funcionar apenas com o chip da TIM. O chip poderá ser facilmente retirado para fazer a troca, pois está localizado em baixo da bateria do notebook.
A TIM anunciou parcerias para prover conteúdo multimídia para celulares 3G. Uma delas é com a Band, que oferecerá conteúdos por demanda para clientes da TIM.
A Sky e a TIM anunciaram que vão oferecer um pacote de internet (TIM Web), TV a cabo da Sky e telefonia móvel (TIM Brasil). Quem assinar o combo terá um desconto de 60 reais por 12 meses. O pacote está disponível no Estado de São Paulo e, assim que a 3G da TIM começar a operar na região, o serviço TIM Web irá funcionar em banda larga móvel de 3G, automaticamente.
fonte:http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/16042008-15.shl
Django: conheça este framework
Django é um framework web de alto nível escrito em Python que estimula o desenvolvimento rápido e limpo
Desenvolvido e utilizado por mais de dois anos em uma operação ágil de notícias online, Django foi projetado para lidar com dois desafios: os prazos apertados de uma redação e os requisitos rígidos dos experientes desenvolvedores web que o criaram. Ele permite que você construa rapidamente aplicações web de alto desempenho e elegância.
Django se concentra no máximo de automatização possível e adere ao princípio DRY (não se repita).
Embora você possa usar o Django sem um banco de dados, ele vem com um mapeador objeto-relacional no qual você descreve o layout da sua base de dados em código Python.
A sintaxe do modelo de dados oferece maneiras muito ricas de representar seus modelos -- portanto, ele estará resolvendo cerca de dois anos de problemas de esquemas de base de dados. Aqui está um exemplo rápido:
class Reporter(models.Model):
full_name = models.CharField(max_length=70)
def __unicode__(self):
return self.full_name
class Article(models.Model):
pub_date = models.DateTimeField()
headline = models.CharField(max_length=200)
article = models.TextField()
reporter = models.ForeignKey(Reporter)
def __unicode__(self):
return self.headline
Instale-o
Em seguida, rode o utilitário de linha de comando do Django para criar as tabelas da base de dados automáticamente:
manage.py syncdb
O comando syncdb olha para todos os seus modelos disponíveis e cria as tabelas na sua base de dados caso as tabelas ainda não existam.
Mais em http://www.djangobrasil.org